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::. Notícias ::. Segunda-Feira, 24 de Abril de 2017
Aesa, Dnocs e MPPB visitam obras da transposição do rio São Francisco
10-02-2017
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Uma comitiva formada por representantes da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa), do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs) e do Ministério Público da Paraíba (MPPB) visitou as obras da transposição do rio São Francisco nesta terça-feira (7). Os integrantes acompanharam os trabalhos realizados no Eixo-Leste, no trecho por onde passarão as águas em direção ao açude Epitácio Pessoa, em Boqueirão.

Entre as reformas observadas nesta visita estão: o esgotamento sanitário da cidade de Monteiro e as melhorias nas estruturas dos açudes de Poções, que também fica em Monteiro; e no reservatório de Camalaú, localizado na cidade de mesmo nome.

“O Governo do Estado está trabalhando diariamente para que todas as obras complementares estejam prontas para a chegada das águas do São Francisco. Estamos realizando a limpeza e desobstrução do rio Paraíba para garantir o seu livre escoamento a fim de que ela chegue o quanto antes para a população mais necessitada”, destacou o presidente da Aesa, João Fernandes da Silva.

Na segunda-feira passada, João Fernandes acompanhou a inauguração da terceira estação de bombeamento (EBV-3) do Eixo Leste, que vai impulsionar a água de Floresta (PE) até Monteiro. O acionamento foi feito pelo presidente da República, Michel Temer, e pelo ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho. Durante o evento, o ministro afirmou que a Paraíba receberá a água do Velho Chico na primeira semana de março.

Após a chegada à cidade de Monteiro, as águas do rio São Francisco vão ser despejadas pela Aesa no leito do rio Paraíba. Na sequência elas vão abastecer os açudes São José, Poções e Camalaú, antes de chegar ao Epitácio Pessoa. “Acreditamos que este percurso vai ser feito num período de no máximo 30 dias”, observou João Fernandes. Popularmente conhecido como Boqueirão, o açude Epitácio Pessoa abastece Campina Grande e outras 18 cidades. Ele tem capacidade para 411 milhões de metros cúbicos, mas atualmente possui apenas 4,4% deste volume.



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