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MEMBROS DO COMITÊ DE BACIA DO LITORAL NORTE REÚNEM-SE NESTA TERÇA-FEIRA NA CIDADE DE MARCAÇÃO

Membros do Comitê da Bacia Hidrográfica do Litoral Norte reúnem-se nesta terça-feira (12) na cidade de Marcação para a realização da 4ª Reunião Ordinária de 2024. O encontro será realizado na Câmara de Vereadores do município, localizada na rua Maria Alta da Silva, sem número. Os pontos de referência para localização são o posto de combustível e a escola infantil, ambos na entrada da cidade. Durante a reunião, a Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa) realizará a palestra Inspeção em Segurança de Barragens de Terra (Manual de Procedimentos). Após o encontro será fornecido o almoço e em seguida será realizada uma visita técnica ao Projeto Águas Potiguara, na aldeia Alto do Tamɓá, na cidade Baía da Traição. Confira a íntegra do convite

Aesa discute impactos da seca no Nordeste em evento regional

Discutir os impactos da seca na gestão hídrica e as estratégias de adaptação para aprimorar a previsão e o monitoramento dos períodos de estiagens. Esses são o foco da 4ª Reunião de Avaliação do Monitor de Secas, que será realizada, a partir desta terça-feira (5), em Aracaju (SE) com participação de especialistas de todo Nordeste. A Paraíba será representada por meteorologistas da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa). A agência estadual vai apresentar o Sistema Estadual de Informações de Riscos Agrohidroclimáticos (Seira), uma plataforma on-line que fornece previsões diárias, mensais e sazonais, além de alertas sobre eventos climáticos extremos. A apresentação será realizada pelos meteorologistas Danilo Cabral e Marle Bandeira. Utilizando tecnologias como modelagem climática e sensoriamento remoto, o Seira permite monitorar a disponibilidade hídrica e oferecer dados estratégicos para o Monitor de Secas, auxiliando na prevenção e no enfrentamento das secas. O sistema foi desenvolvido pelo Governo da Paraíba, por meio da Aesa, em parceria com o Banco Mundial e o projeto Cooperar. Monitor das Secas – criado em 2014 como resposta à seca histórica que afetou o Nordeste, o sistema integra dados agrohidrometeorológicos, fornecendo informações mensais sobre as condições hídricas e auxiliando na gestão eficiente das secas. Durante o evento, que termina na quarta-feira (6), cada estado vai apresentar o estágio atual de seus dados, discutindo possíveis melhorias, enquanto a Aesa detalhará as condições da Paraíba, incluindo o histórico de precipitação e recursos hídricos.

Aesa abre inscrições para duas capacitações sobre meteorologia

Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa) está com inscrições abertas para duas capacitações. A primeira  será ministrada no dia 13 de novembro pelas meteorologistas Carmem Becker e Marle Bandeira e abordará dois temas: Variabilidade e Mudança Climática: seus possíveis impactos na Paraíba e El Niño e suas consequências sobre a Paraíba. A segunda abordará os temas Introdução à Meteorologia e Instrumentação Hidrometeorológica e será ministrada pelo técnico em recursos hídricos da Aesa, Danilo Erikcsen e pelo subgerente de Eventos Extremos da Aesa, Lindemberg Lucena. CLIQUE AQUI – para fazer sua inscrição na capacitação Variabilidade e Mudança Climática: seus possíveis impactos na Paraíba e El Niño e suas consequências sobre a Paraíba CLIQUE AQUI – para fazer sua inscrição na capacitação Introdução à Meteorologia e Instrumentação Hidrometeorológica Confira as ementas dos cursos:  

Operação conjunta da Aesa e Polícia Ambiental desarticula retirada irregular de água no canal Acauã-Araçagi

  A Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa) e a Polícia Ambiental realizaram, na última quarta-feira (23), uma operação no combate à retirada irregular de água ao longo do canal Acauã-Araçagi. As denúncias feitas por moradores da região apontam que agricultores não outorgados têm instalado bombas sem autorização dentro da faixa de segurança do canal, que tem 120 metros de proteção – 60 metros para cada lado – destinada a preservar a estrutura e permitir a manutenção do sistema de condução. No local, os policiais e os técnicos da Aesa flagraram tubulações que comprovam o desvio indevido.     Além da captação de água sem permissão, a faixa de segurança, que deveria permanecer livre, está sendo ocupada por plantações. Em alguns casos, os agricultores fixam ferros nas margens para sustentar as bombas, o que pode perfurar a manta de proteção do canal. Outro ponto observado é o vazamento de água em algumas bombas, que fica pingando nas bordas do canal, o que contribui para infiltrações. A equipe da Aesa monitora a situação com o objetivo de assegurar o funcionamento adequado do canal, importante para o abastecimento e o desenvolvimento agrícola da região. A preservação do Canal Acauã-Araçagi é prioridade, buscando o equilíbrio entre a conservação da estrutura e as necessidades da comunidade.

Plano de Recursos Hídricos da Bacia do Rio Paraíba: Aesa realiza consulta pública nas cidades de Itabaiana, Campina e Monteiro

  As cidades de Itabaiana, Campina Grande e Monteiro foram escolhidas para a realização de consultas públicas sobre o Plano de Recursos Hídricos da Bacia do Rio Paraíba. O estudo elaborado pela Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa), em parceria com a população, vai planejar e orientar o uso da água na região. O Plano da Bacia do Rio Paraíba está em fase inicial. Esta etapa é chamada de Diagnóstico e realiza extensa pesquisa para entender a influência do clima, relevo, fauna, flora e população nos recursos hídricos. Estas informações serão apresentadas para a população na primeira rodada de consultas públicas neste mês de novembro: dia 4 no Maison Finesse em Itabaiana, dia 5 no auditório José Farias da Nóbrega, em Campina Grande e dia 6 na Auditório da UEPB, Campus VI, em Monteiro. “Os planos de recursos hídricos são projetos para gerenciar as águas das bacias. A Lei 9433 diz que a gestão das águas deve ser feita dentro de cada bacia hidrográfica, por isso cada uma precisa ter seu próprio plano”, ressaltou o diretor de de Gestão e Apoio Estratégico, Waldemir Fernandes de Azevedo. De acordo com o diretor, a participação da população é essencial para garantir que o plano reflita as reais necessidades dos diversos setores que dependem dos recursos hídricos da bacia. “Convidamos todos que quiserem contribuir: alunos de universidades, de escolas técnicas, os professores e, naturalmente, os próprios usuários das águas desta bacia que vão poder opinar sobre a situação da bacia”, explicou Waldemir.

Intercâmbio de experiências entre AESA e IGARN fortalece gestão hídrica no Nordeste

  A Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa) recebeu, nesta quarta-feira (16), representantes do Instituto de Gestão das Águas do Estado do Rio Grande do Norte (Igarn) para um intercâmbio de informações sobre práticas e processos administrativos e financeiros, além do sistema de cobrança da Aesa. A visita contou com a participação da diretora administrativa do Igarn, Nayara Caína Araújo, do chefe de unidade Ricardo Régis Lopes e sua equipe. O objetivo do encontro foi compartilhar as experiências da Aesa na gestão orçamentária, financeira e na cobrança pelo uso dos recursos hídricos, já que o Igarn está em fase de implantação desse sistema. A equipe participou de uma reunião conduzida pelo diretor administrativo e financeiro da Aesa, Joacy Mendes, e de uma oficina ministrada pela gerente de Sustentabilidade Financeira e Cobrança, Betânia Santos.

Aesa participa de Congresso Brasileiro de Meteorologia e colabora com soluções para enfrentamento a desafios climáticos

  O clima sempre desempenhou um papel central na vida humana, e com o aumento de eventos como secas, enchentes e tempestades, o XXIII Congresso Brasileiro de Meteorologia (CBMET), promovido pela Sociedade Brasileira de Meteorologia (SBMET), se torna ainda mais relevante. O evento está sendo realizado esta semana em Campinas (SP) e visa encontrar soluções para os desafios impostos pelas mudanças climáticas, contando com a participação ativa de meteorologistas da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa). Com o tema “O Futuro do Tempo, do Clima e da Água por Gerações”, o congresso reúne mais de 600 participantes, incluindo pesquisadores, profissionais da meteorologia e estudantes de diversas regiões do Brasil e do mundo. A programação inclui sessões orais, painéis e mesas redondas, proporcionando amplas oportunidades para o intercâmbio de ideias.     Durante o CBMET, o meteorologista Danilo Cabral apresentou o Sistema Estadual de Informações de Riscos Agrohidroclimáticos (Seira), desenvolvido pelo Governo da Paraíba por meio da Aesa, em parceria com o Banco Mundial e o Projeto Cooperar. A apresentação enfatizou a importância do Seira como uma ferramenta crucial para apoiar a agricultura familiar, fornecendo dados meteorológicos em tempo real para auxiliar os agricultores a enfrentarem os desafios das mudanças climáticas. O compromisso em mitigar os impactos climáticos foi o tema central da discussão. Além disso, o meteorologista Lindenberg Lucena está contribuindo na avaliação de outros trabalhos do congresso. A meteorologista da Aesa e vice-presidente da SBMET, Marle Bandeira, ressalta a importância da troca de conhecimentos. “A Aesa tem feito uma contribuição significativa, apresentando o Seira, participando de mesas redondas e avaliando trabalhos. O congresso divulga pesquisas em meteorologia, incluindo climatologia, instrumentação e previsão do tempo, promovendo a troca de experiências e aproximando especialistas e empresas em busca de soluções para um futuro mais seguro e sustentável”, comentou. Compromisso com o futuro – Diante do objetivo do evento de desenvolver estratégias para um futuro equilibrado e sustentável, preparando as próximas gerações para enfrentar os efeitos das mudanças climáticas, a Aesa se envolve ativamente no congresso, representando a meteorologia paraibana e a busca por soluções inovadoras.

Com novo sistema de monitoramento, Paraíba se destaca na vanguarda dos estudos sobre mudanças climáticas

  A Paraíba é o primeiro entre todos os estados do País a disponibilizar uma plataforma pública de monitoramento climático, moderna e acessível. O Sistema Estadual de Informações de Riscos Agrohidroclimáticos (Seira), foi implantado na última semana pelo governador da Paraíba, João Azevedo, na Sala de Situação da Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa), em Campina Grande. O sistema pioneiro foi apresentado pelo governador como uma ferramenta essencial para apoiar a agricultura familiar, com dados em tempo real sobre clima e ferramentas de apoio ao agricultor. O Seira integra informações de diversas instituições, oferecendo suporte a estudos sobre clima e informações agrohidrometeorológicas para o setor produtivo. Ele foi projetado para revolucionar o monitoramento climático na Paraíba, contando também, com 96 estações agrometeorológicas instaladas em todo o território paraibano. O sistema fornecerá informações precisas sobre as diversas variáveis meteorológicas, tais como, precipitação pluviométrica, umidade do solo, temperatura, vento, radiação solar e fará a previsão do tempo, clima e dos períodos de estiagem, permitindo que pequenos agricultores acessem dados gratuitos que auxiliarão no planejamento do plantio e na irrigação, garantindo mais segurança e eficiência nas atividades agrícolas. Durante o evento, o governador João Azevedo ressaltou a importância da Aesa no cenário nacional, atribuindo esse reconhecimento à dedicação de seus profissionais. “A Aesa tem se destacado no Brasil, e isso é fruto do trabalho feito pelos nossos profissionais que atuam não só na gestão dos recursos hídricos, mas também na meteorologia”, afirmou. O diretor-presidente da Aesa, Porfírio Loureiro, destacou que o Seira coloca a Paraíba na vanguarda dos estudos sobre mudanças climáticas e seus impactos no campo. “Estamos disponibilizando esse portal e suas ferramentas para proporcionar mais tranquilidade ao homem do campo e aos diversos usuários, minimizando assim, o impacto do clima no desenvolvimento agrícola. Nossa intenção é utilizar a ciência e os dados disponíveis para prevenir situações adversas”, disse. Made in PB – A tecnologia e a dedicação profissional que formaram o Seira são prata da casa: o sistema foi desenvolvido pela própria Aesa, em colaboração com o projeto Cooperar e subsidiado pelo Banco Mundial. Com acesso fácil a informações atualizadas sobre o tempo, clima, e agricultura, como a melhor época para o plantio e previsões de tempo e veranicos, agora, os produtores poderão minimizar os prejuízos e assegurar a sustentabilidade de suas atividades. Além disso, o sistema também servirá de base para estudos sobre mudanças climáticas, colaborando com universidades e centros de pesquisa.

Aesa recebe alunos da UEPB: Curso de Geografia explora o monitoramento hídrometeorológico

  Alunos do curso de Geografia da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) visitaram a Sala de Situação da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa) na última terça-feira (8). Nesse ambiente de monitoramento das condições meteorológicas, hidrológicas e agrícolas, sob a orientação do professor Hermes Alves, os estudantes tiveram a oportunidade de vivenciar na prática conceitos de climatologia e outros temas abordados em sala de aula. Durante a visita, foram apresentados serviços prestados pela Aesa, como a previsão do tempo, o monitoramento hidrometeorológico e o Projeto Sistema Estadual de Informações de Risco Agrohidrometeorológicos (Seira). Sendo o principal órgão responsável pela gestão de dados hídricos na Paraíba, a Aesa proporcionou aos alunos a oportunidade de conectar a teoria aprendida em sala com a prática no campo da Geografia. Essa vivência enriqueceu o aprendizado e destacou a relevância dos dados meteorológicos e hidrológicos no estudo das dinâmicas ambientais. O professor Hermes Alves ressaltou a importância de aproximar os alunos de palestras e práticas sobre recursos hídricos no meio acadêmico. “Essas atividades ajudam os estudantes a aplicar seus conhecimentos em climatologia e em áreas como o planejamento urbano e ambiental. Os dados do monitoramento meteorológico são essenciais para a formação do geógrafo e sua atuação profissional, tornando essa interação com a Aesa uma experiência valiosa”, destacou. Os alunos interagiram com meteorologistas e geógrafos da Aesa, tornando o momento ainda mais dinâmico e proveitoso. “Aprendemos sobre os procedimentos para aquisição de dados, os equipamentos utilizados e a infraestrutura envolvida. Essa abordagem enriqueceu nossa formação teórica e prática”, comentou o estudante Reinaldo Antônio. A aula de campo reforçou o compromisso da Aesa em promover a disseminação de conhecimento à comunidade acadêmica, destacando a importância da colaboração entre instituições de ensino e órgãos responsáveis pela gestão de recursos hídricos. Essa parceria não apenas enriquece a formação dos estudantes, como também fortalece a conscientização sobre questões ambientais relevantes.

Governo do Estado investe mais de 2,7 milhões de reais na modernização das ações de monitoramento agrohidrometeorológico e agricultura familiar

O governador do Estado, João Azevedo, inaugura nesta quinta-feira (10) o novo Espaço de Monitoramento do Sistema de Riscos Hidroclimáticos de Campina Gr ande, da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa). A obra de modernização que vai fortalecer a prevenção de desastres climáticos é uma ação coordenada entre a Secretaria de Infraestrutura e Recursos Hídricos (SEIRH), a Aesa e o Projeto Cooperar. O investimento é de mais de R$ 12,7 milhões. A Sala de Situação da Aesa é um ambiente de monitoramento contínuo das condições meteorológicas, hidrológicas e de agricultura em todo o Estado. Ela é a primeira do Brasil que não está instalada com sede em uma capital, em virtude da importância regional da cidade de Campina Grande. O ambiente foi todo modernizado com a implantação de novos computadores, telão de vídeowall, estações agrometeorológicas e implantação de uma rede de disseminação de informações públicas. O Governo do Estado também está investindo R$ 500 mil na instalação de três estações agrometeorológicas em Campina Grande, que serão utilizadas para estudos de mudanças climáticas e apoio à agricultura. Projeto SEIRA – A obra de modernização conta com a aplicação do Sistema Estadual de Informações de Risco Agrohidrometeorológicos (SEIRA). Criado pela Aesa, em colaboração com o Projeto Cooperar, o SEIRA é uma ferramenta essencial para a gestão de riscos climáticos e agrícolas. Oferece previsões detalhadas e alertas sobre secas, inundações e outros eventos extremos, estando em fase final de desenvolvimento. Subsidiado pelo Banco Mundial, o SEIRA fornece dados em tempo real através de um portal web público e acessível a todos. Solenidade – A visita do governador está prevista para as 13h30 desta quinta-feira, em comemoração aos 160 anos da cidade de Campina Grande.

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