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CAPACITAÇÃO DA AESA RECEBE ESTUDANTES DA UFPB EM VISITA TÉCNICA

A Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa) recebeu estudantes do curso de Gestão Pública da UFPB para uma visita técnica sobre gestão de recursos hídricos, nesta terça-feira (17), em João Pessoa. A atividade integrou ação de capacitação institucional voltada à formação acadêmica. A capacitação foi conduzida pelo diretor administrativo financeiro da Aesa, Joacy Mendes. Na palestra, o diretor detalhou a atuação e os avanços da Aesa na gestão das águas, trazendo exemplos em que a Agência se tornou referência para outras instituições do país. Ele também enfatizou a importância de uma gestão com responsabilidade e continuidade. O diretor destacou a importância da aproximação com a universidade. “O interesse dos alunos em conhecer a Aesa e entender a gestão dos recursos hídricos reforça que estamos no caminho certo no cumprimento do nosso papel institucional. Disseminar esse conhecimento também é essencial para conscientizar a sociedade sobre o uso responsável da água, pensando nas futuras gerações”, afirmou.

AESA APRESENTA FERRAMENTAS DE GESTÃO HÍDRICA DURANTE VISITA DO BANCO MUNDIAL

por Ester Varelo  A Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa) recebeu, nesta sexta-feira, em Campina Grande, a visita de uma equipe do Banco Mundial, que cumpre agenda no estado para acompanhar iniciativas desenvolvidas na gestão dos recursos hídricos. Durante o encontro, o diretor-presidente da Aesa, Porfírio Loureiro, apresentou um panorama da gestão dos recursos hídricos na Paraíba e das ações desenvolvidas pela Agência nessa área. Entre elas estão o monitoramento da situação dos reservatórios, o acompanhamento das chuvas por meio da rede hidrometeorológica e a emissão de outorgas para uso da água no estado, entre outras atividades voltadas ao planejamento e à gestão das águas. A equipe também acompanhou a apresentação do Sistema Estadual de Informações de Riscos Agrohidrometeorológicos (Seira), plataforma que reúne dados e ferramentas sobre a situação hídrica do estado em um único ambiente digital e que vem sendo aprimorada ao longo dos últimos anos. De acordo com o gerente de Hidrometeorologia e Eventos Extremos da Aesa, Alexandre Magno Teodósio, o sistema tem despertado interesse de outras agências de águas da região. “Muitos estados têm nos procurado para entender como conseguimos reunir tantas ferramentas em um único portal. Há produtos com nível de automatização que não existem em outros lugares, como o caso dos zoneamentos agrícolas”, explicou. Para o diretor-presidente da Aesa, Porfírio Loureiro, a visita também foi uma oportunidade de apresentar os avanços alcançados pela Agência na área. “A Paraíba tem avançado na organização e na disponibilização de informações sobre recursos hídricos, fortalecendo o planejamento e a gestão das águas”, afirmou.

João Azevêdo recebe comitiva do Banco Mundial e apresenta projetos da Paraíba em segurança hídrica ao novo diretor da instituição para América Latina e Caribe

O governador João Azevêdo recebeu, na manhã desta quinta-feira (12), na Granja Santana, em João Pessoa, a comitiva do Banco Mundial, oportunidade em que foram apresentados ao novo diretor para América Latina e Caribe, Benoit Bosquet, os projetos de segurança hídrica e para a agricultura familiar desenvolvidos pelo Governo da Paraíba em parceria com a instituição, como o PB Rural Sustentável e a readequação do sistema de esgotamento sanitário de João Pessoa. O presidente da Agência executiva de gestão das águas da Paraíba (Aesa), Porfírio Loureiro, também participou da reunião. Durante a visita, João Azevêdo destacou os investimentos que a Paraíba tem feito em segurança hídrica e na agricultura familiar. “A parceria que a Paraíba tem com o Banco Mundial tem sido muito importante em todo esse processo, que é levar qualidade de vida e dignidade para a nossa população, principalmente em regiões que temos dívidas sociais históricas, como o Sertão e o Cariri. É importante que se mantenha o foco em segurança hídrica e na inclusão do homem do campo”, disse. João Azevêdo ressaltou, ainda, a boa gestão fiscal do Estado, que tem uma grande capacidade de investimento em áreas essenciais para a população, como Educação e Saúde, e o ambiente de negócios vivido pelo Estado, fator que tem atraído cada vez mais investimentos privados. “Como exemplo dessa credibilidade que a Paraíba tem conquistado, vou me referir a um único projeto: o Polo Turístico Cabo Branco, com 14 mil leitos de hotelaria que estão sendo construídos, com investimentos de mais de R$ 3 bilhões da iniciativa privada e a estimativa de geração de 20 mil empregos quando todo o empreendimento estiver operando”, acrescentou.  A secretária de Estado da Infraestrutura e Recursos Hídricos (Seirh), Virgiane Melo, evidenciou os investimentos que a Paraíba tem feito por meio das parcerias com o Banco Mundial. “A expertise que o Banco Mundial tem e traz para a Paraíba faz com que a gente tenha evoluído bastante na área de recursos hídricos. O nosso Projeto de Segurança Hídrica — o PHS — tem duas vertentes muito fortes: a gestão dos recursos hídricos, em que temos avançado muito por meio da Aesa; e a parte de infraestrutura hídrica, que são as obras, onde temos o nosso sistema adutor, que é o Ramal Cariri”, disse, ao citar outras obras importantes em parceria com o Banco Mundial, como a readequação do esgotamento sanitário de João Pessoa, com a conclusão de um novo emissário prevista para este mês, que vai coletar o esgoto da região das praias e levar para a estação de tratamento, que está em andamento dentro do PHS 2.  O diretor do Banco Mundial para América Latina e Caribe, Benoit Bosquet, agradeceu ao governador João Azevêdo a acolhida e elogiou o desenvolvimento da Paraíba. “Agradecer a longa parceria que o Banco Mundial tem com o Governo da Paraíba em segurança hídrica e também no desenvolvimento rural. E esse desenvolvimento sustentável já tem atingido diversos resultados para o Estado”, comentou, oportunidade em que parabenizou o diálogo entre a gestão do governador João Azevêdo e a iniciativa privada, que tem possibilitado o andamento de projetos importantes, como o próprio Polo Turístico Cabo Branco e a revitalização do Centro Histórico de João Pessoa.  Em sua apresentação, o presidente da Aesa, Porfírio Loureiro, evidenciou a reestruturação da Agência. “Em 2024, o governador João Azevêdo reestruturou todo o órgão, criando várias Gerências e, graças a essa iniciativa, temos condições de atender todas as demandas, o que fomenta ainda mais o desenvolvimento da Paraíba”, afirmou.   Já o presidente da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa), Marcus Vinícius, falou da importância das parcerias com o Banco Mundial para os investimentos da Companhia. “Essas parcerias têm sido fundamentais nos avanços da Cagepa que têm beneficiado a nossa população. Um dos resultados que conseguimos por meio dessas parcerias é o Programa de Redução de Perdas, fazendo com que a Cagepa tenha o melhor desempenho no combate a perdas do Norte e Nordeste — recentemente, a Cagepa entregou à população o Centro de Controle Operacional e de automação.  O coordenador do Cooperar, Omar Gama, também destacou os investimentos por meio das parcerias com o Banco Mundial. “Sob a liderança do governador João Azevêdo, essas parcerias com o Banco Mundial tornaram as ações do Cooperar ainda mais efetivas — foram 250 passagens molhadas, que só sabe a importância dessas ações quem ficava três meses sem ter o direito de ir e vir em períodos chuvosos, assim como ajudar centenas de famílias a ter segurança alimentar com o que chamamos de tecnologias sociais”, observou.  Na comitiva do Banco Mundial, ainda estavam presentes David Michaud, gerente da América Latina e Caribe para Recursos Hídricos; Leonardo Bichara, gerente de Projetos e economista agrícola sênior; Alfonso Alvestegui, gerente de Projetos e especialista sênior em recursos hídricos e saneamento rural; e Paula Oliveira, especialista sênior em recursos hídricos, entre outros.

LEVANTAMENTO DA AESA COMPARA VOLUMES DE RESERVATÓRIOS DO SERTÃO

A comparação de volumes de alguns reservatórios do Sertão da Paraíba mostra comportamentos diferentes no armazenamento de água ao longo de três anos consecutivos. Os dados analisam registros de março de 2024, 2025 e 2026, a partir do monitoramento realizado pela Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa). No Açude Cachoeira da Vaca, em Cachoeira dos Índios, o volume passou de 32,14% em 2024 para 57,12% em 2025 e chegou a 102,42% em 2026, indicando aumento no armazenamento ao longo do período analisado. No Açude Engenheiro Avidos, em Cajazeiras, o percentual registrado em 2026 é de 20,9%, abaixo dos 33,8% observados em 2024 e 2025. O reservatório tem papel estratégico na gestão hídrica do Sertão por ser o primeiro da Paraíba a receber as águas do Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco (Pisf). Já o Açude Farinha, em Patos, apresentou crescimento no volume armazenado em 2026, com 87,5%. Nos anos anteriores, os percentuais foram de 47,78% em 2024 e 24,45% em 2025. O levantamento considera dados coletados entre 1º e 30 de março nos anos de 2024 e 2025. Para 2026, o recorte corresponde ao período de 1º a 10 de março, conforme os registros mais recentes do monitoramento da Aesa. As variações observadas refletem a dinâmica natural dos mananciais, que respondem de forma diferente às chuvas registradas em cada bacia hidrográfica. Fatores como a distribuição das precipitações e as características das áreas de captação influenciam diretamente na recuperação dos volumes.

BALANÇO PLUVIOMÉTRICO DE FEVEREIRO DESTACA VOLUMES DE CHUVA NO SERTÃO

Fevereiro foi marcado por volumes expressivos de chuva em diferentes regiões da Paraíba. De acordo com os dados da rede de monitoramento da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa), entre 1º e 28 de fevereiro, os maiores acumulados foram registrados principalmente no Alto Sertão e no Sertão. Cajazeiras lidera o ranking, com 603,1 mm no período, seguida por Bom Jesus (469,3 mm) e Santa Helena (461,8 mm). Confira abaixo outros municípios registrados na Paraíba em fevereiro de 2026, segundo dados da Aesa. Município/Posto Região Pluviométrica 02/2026 (mm) Climatologia (mm) Desvio (mm) Desvio (%) Cajazeiras Alto Sertão 603,1 183,7 419,4 228,3 Bom Jesus Alto Sertão 469,3 166,2 303,1 182,4 Santa Helena Alto Sertão 461,8 150,3 311,5 207,3 Sousa Alto Sertão 436,2 157,4 278,8 177,1 São José da Lagoa Tapada Alto Sertão 434,8 197,7 237,1 119,9 Cajazeiras / Açude Engenheiro Ávidos Alto Sertão 409,5 167,2 242,3 144,9 Carrapateira Alto Sertão 388,6 172,1 216,5 125,8 Teixeira Sertão 388,6 136,7 251,9 184,3 Quixaba Sertão 380,4 124,4 256,0 205,8 Sousa / São Gonçalo Alto Sertão 376,1 173,0 203,1 117,4

Volumes dos principais açudes da Paraíba em 2026

A variação nos volumes dos principais reservatórios da Paraíba neste início de ano reflete o período de menor incidência de chuvas no estado e as características específicas de cada bacia hidrográfica, conforme dados oficiais da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa). O comparativo entre janeiro e fevereiro de 2024, 2025 e 2026 indica oscilações naturais nos volumes, com comportamento compatível com a estação. Em 2026, os percentuais observados estão dentro do padrão esperado para o período, com acompanhamento técnico permanente. O açude Coremas apresenta variação em relação aos anos anteriores, enquanto o reservatório Epitácio Pessoa, em Boqueirão, mantém percentual semelhante ao registrado em 2024. Já o açude Mãe d’Água tem comportamento influenciado pela distribuição das chuvas na bacia de captação. Para o técnico em Recursos Hídricos da Aesa, André Veloso, a oscilação é natural e esperada: “Já enfrentamos períodos com escassez mais prolongada e volumes inferiores aos atuais. A recuperação dos mananciais depende da distribuição das chuvas, o que pode fazer com que reservatórios próximos respondam de forma diferente”. O monitoramento dos reservatórios segue contínuo em todo o estado, e a população pode acompanhar boletins e dados atualizados nos canais oficiais da Aesa.

AESA ALINHA PLANEJAMENTO DE 2026 COM GERENTES E REGIONAIS

A Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa) realizou reunião para alinhamento do calendário e das demandas do Plano Estadual de Recursos Hídricos (FERH), com foco no planejamento para 2026, reunindo todos os gerentes da Aesa e das regionais. As ações fazem parte de um conjunto de reuniões voltadas à melhoria dos processos internos da Agência, incluindo o aprimoramento dos relatórios técnicos e o aumento da clareza na prestação de contas ao final do ano. A iniciativa reforça o compromisso institucional da Aesa em qualificar a gestão e aprimorar o serviço prestado, garantindo maior eficiência no atendimento às demandas da população.

FISCALIZAÇÃO NOTIFICA AQUICULTORES NO RIO PARAÍBA, EM MOGEIRO

A Gerência de Fiscalização da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa) realizou, em janeiro, uma operação no Rio Paraíba, na região de Mogeiro. A ação resultou na notificação de aquicultores por construções de barramentos em trechos do manancial, nos quais captam água do rio para o cultivo, manejo e criação de organismos aquáticos. Os responsáveis foram formalmente notificados para realizar o desfazimento das estruturas, sob pena de sanções administrativas e ambientais, conforme o Manual de Fiscalização da Aesa. Segundo o subgerente de fiscalização, André Quirino, o barramento físico interfere diretamente na dinâmica do rio. “Essas estruturas retardam o fluxo natural da água, favorecem o acúmulo de sedimentos no leito, reduzem a profundidade, a calha e a capacidade de vazão do rio, o que aumenta o risco de inundações em períodos de chuva e pode comprometer o abastecimento público de cidades vizinhas”, explicou.

AESA REALIZA REUNIÃO TÉCNICA PARA CONSOLIDAÇÃO DA PREVISÃO CLIMÁTICA TRIMESTRAL

A Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa) realizou, no dia 18 de dezembro, reunião técnica com instituições e centros de meteorologia do Nordeste para a elaboração da Previsão Climática por consenso do trimestre janeiro, fevereiro e março de 2026. Na reunião, foram analisados campos atmosféricos, oceânicos e as condições hidrológicas sobre o Nordeste do Brasil, enfocando, em particular, o estado da Paraíba. Como resultado, o consenso técnico aponta um cenário climático com precipitações pluviométricas de normal a abaixo da média para a região semiárida da Paraíba, regiões do Cariri, Curimataú e Sertão, considerando a variabilidade característica da estação, já que nessas regiões se inicia o período mais chuvoso. Nas demais regiões do estado, Agreste, Brejo e Litoral, as perspectivas ainda permanecem em torno da climatologia do período. As informações produzidas durante a reunião subsidiam o acompanhamento hidrometeorológico, o planejamento institucional e a atuação preventiva dos órgãos que integram o sistema de monitoramento climático no estado.

VERÃO PARAIBANO 2025/2026: AESA DETALHA PREVISÃO DE TEMPERATURAS E CHUVAS

por Ester Varelo O verão 2025/2026, que teve início no Brasil neste domingo (21) às 12h03 (horário de Brasília) e segue até 20 de março de 2026, deve ser marcado na Paraíba por temperaturas elevadas e chuvas entre normal e abaixo da média histórica, sobretudo nas regiões do interior do estado, de acordo com os prognósticos climáticos elaborados pela Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa). As temperaturas mais elevadas são esperadas no Sertão e no Alto Sertão paraibano, onde os termômetros podem atingir até 38°C durante as tardes. No Litoral, as temperaturas devem variar entre 25°C e 32°C. Nas demais regiões do estado, as médias previstas são de 23°C a 38°C no Sertão e Alto Sertão, 22°C a 34°C no Cariri e Curimataú, 22°C a 31°C no Agreste e 22°C a 30°C no Brejo. Quanto às chuvas, a tendência é de precipitações com distribuição variável ao longo da estação, com volumes concentrados em curtos períodos e intervalos mais prolongados de tempo seco. Esse comportamento está associado à atuação dos principais sistemas atmosféricos que influenciam o clima da Paraíba durante o verão, conforme análise técnica da Aesa. Segundo a meteorologista da Aesa, Marle Bandeira, os principais sistemas que influenciam o regime de chuvas do verão na Paraíba são os Vórtices Ciclônicos de Altos Níveis (VCANs) e a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). “No início do verão, entre dezembro e janeiro, a atuação dos VCANs favorece as primeiras ocorrências de chuva no estado. A partir de fevereiro, a ZCIT tende a atuar de forma mais efetiva, assumindo papel determinante na distribuição das precipitações na Paraíba”, explica. Diante desse cenário, a Paraíba tende a apresentar condições típicas da estação, como o calor intenso e a variabilidade das chuvas. A Aesa realiza o monitoramento diário das condições meteorológicas e hidrológicas no estado, com a divulgação de boletins e avisos que auxiliam no planejamento de atividades e na adoção de medidas preventivas ao longo do período.

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